terça-feira, 5 de março de 2013

Deixo-me


imagem: sharlysjardim.blogspot.com


Deixo-me
E desço
À escuridão que me assusta

Deixo-me
À parte
Em pedaços que me refazem

Deixo-me ir
Mais fundo
Para chegar mais alto

Onde existe luz



10 comentários:

  1. Nessa busca interior reside nosso grande encontro...
    Bj. Célia.

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  2. Meditação em forma de poema. Garota, você é lindamente sensível. Beijos!

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  3. Passando pra te desejar um lindo final de semana!
    Grande beijo!

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  4. Quando se desce ao fundo de si mesmo.. e quando se deixa ir a gosto....
    ai sim... é prova de autoconhecimento!
    Beijos!
    Lindo poema!

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  5. Reginamiga


    Vogando pela blogosfera, sem rumo definido, encontrei-te no blogue da Lúcia Bezerro de Paiva, uma boa Amiga. Vim até cá – e gostei. Foi uma boa dica. Se não tivesse gostado, também to dizia. Sou pão, pão, queijo, queijo; ou como na tropa aprendi: serviço é serviço; conhaque é… conhaque.

    Vou a caminho dos 72 aninhos. Sou virgem (20/09/41, para efeitos de prenda…) mas tenho, temos, a Raquel e eu, três filhos, três noras/filhas, quatro netos e uma neta. E vamos fazer 50 anos de casado – ai o que eu tenho sofrido para aguentar tamanha cruz… Bodas de ouro? Nada, não. Na verdade, bodas de felicidade.

    Gosto de ser brincalhão e brejeiro com quem mo merece – e mo permite e me responde no mesmo tom. A minha Travessa do Ferreira (http://aminhatravessadoferreira.blogspot.com ) pode ser o exemplo do que adoro gozar: enfim, sou um velhote que persiste em ser jovem… da cabeça… de cima.

    Como aqui vim e como Amor com Amor se paga, espero por ti, pelos teus comentários e pela tua (per)seguição. O mesmo já aqui fiz, ou seja: já faço parte dos teus seguidores. Podes entrar na minha Travessa que então será também tua. Isto é, nossa. Não pagas portagens, não te cobro impostos, incluindo o IVA a 23%.
    Peço-te desculpa deste escrito que é maior do que a légua da Póvoa; mas tentei meter o Rossio na rua da Betesga e aqui está o desastroso resultado. Enfim, eu sou realmente assim, maluco e orgulho-me de o ser. Sou mais de prosa, mas gosto também de poesia e de quando em vez faço umas quadras, uns sonetos, ou seja coisas do antigamente…

    Qjs = queijinhos = beijinhos

    _________________
    NB – Este texto é estereotipado. Não tinha, nem tenho, nem teria tempo de o escrever a cada um, um por um. Mas não entendas isto como falta de consideração ou despautério. Mas posso assegurar-te que quando se é reformado é quando se trabalha mais. E ainda: um jornalista nunca se reforma – no papel, sim, na mentalidade, nunca.

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  6. Como disse a Carla, é um poema meditação... um mantra. Lindo demais!

    Tenha uma ótima semana, Regina!

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  7. A luz é a meta. Sua poesia é igual a vc, querida Regina: linda, sensível e iluminada.

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